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A Nokia finalmente confirmou que está voltando ao mercado de smartphones assim que acabar o acordo com a Microsoft, o que deve acontecer no final de 2016.


Até lá, a empresa está proibida por contrato de usar sua marca em celulares.
Mas engana-se quem pensa que a Nokia deve fabricar seus próprios smartphones, porque, afinal de contas, a Microsoft agora é dona dessa parte da companhia.
 Em entrevista à revista Manager Magazin, o CEO Rajeev Suri diz que os aparelhos seriam criados pela empresa e a marca seria licenciada para que outras fabricantes possam tirá-los do papel com o nome “Nokia”.
Esse é o caso do tablet Nokia N1, lançado há pouco tempo rodando Android. Ele foi projetado pela Nokia, mas fabricado e licenciado pela fabricante Foxconn.
Apesar do histórico da companhia, depois do negócio com a Microsoft, celulares não serão mais seu foco principal.

 A produção de equipamentos de rede é o principal interesse da empresa, comprovado pela compra da Alcatel-Lucent recentemente por 15,6 bilhões de euros.
A mudança estratégica, iniciada com a venda da divisão de dispositivos à Microsoft em 2013 por US$ 7,2 bilhões, é compreensível, no entanto.

A Nokia vinha acumulando prejuízos com a divisão de aparelhos e via sua participação de mercado declinando ano após ano, sem poder para fazer frente à popularização do iPhone e do Android.

O HERE Maps também não está nos planos da Nokia a longo prazo, e várias companhias já tiveram o interesse em sua compra ventilado. Isso inclui companhias de automóveis, incluindo BMW, Audi e Mercedes, e de tecnologia, como o Uber e até mesmo o chinês Baidu. O CEO não revela preferência por nenhum dos nomes citados acima. “Qualquer um que puder melhorar o negócio a longo prazo é um bom comprador”, afirmou ele à revista.

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